terça-feira, 20 de maio de 2014

Oitavo Dia em Portugal - 28/01/14

Continuando minha viagem à Portugal, dia 28/01/14 comecei minhas visitas em uma vinícola familiar, fundada pelo bisavô em 1880, e após a revolução, foi retomada pela família em 1988, sem nada, tiveram que recomeçar.
Estou falando Adega Ervideira, uma vinícola muito moderna, com a mais alta tecnologia para produção.




Adega Ervideira - (+351) 266 950 010, eles recebem visitas, tem uma pequena loja e fazem degustações. Alguns vinhos podem ser encontrados no Pão de Açúcar.



Tive a oportunidade de experimentar um vinho surpreendente, cor de água. Foi a primeira vez que vi um vinho de cor tão clara e translúcido, mas no aroma e no sabor ele nos surpreende...


O vinho chama Invisível, vale a pena experimentar...

Sai de lá e fui para outra vinícola muito antiga e de muita tradição: Fundação Eugênio de Almeida (Cartuxa).
Foi criada em 1963 por Vasco Maria Eugênio de Almeida. Passou de geração a geração e o último descendente, como não tinha herdeiros, doou todos os bens para a fundação.



A Fundação possui 5 marcas. Além de vinhos a Fundação possui outras culturas agrícolas e possui alguns trabalhos relacionados à cultura e educação.
O vinho ícone da vinícola é o Pera Manca Tinto. Quem faz a visita pode comprar 1 garrafa por 100 Euros.




Saímos da Cartuxa, eu o o Victor, e fomos almoçar em um restaurante muito pequeno e muito tradicional, no Centro de Évora, chamado O Cozinheiro. Só encontramos portugueses lá. A casa dever ter uns 3 ou 4 pratos, é uma comida simples e caseira, mas o bacalhau estava delicioso...



Você pode encontrar os vinhos na Adega Alentejana, e se quiser visitar é só agendar: (+351) 266 748 383 ou por email.



E para fechar o dia com chave de ouro fui à outra vinícola emblemática: Herdade do Mouchão - (+351) 268 539 228. Eles não costumam receber visitas. Fui recebida pelo simpático David Ferreira. O enólogo residente chama João Manuel Labana, e o consultor é o Paulo Laureano.
Não sei se lembram da minha visita à Glória Reynolds, essa vinícola foi comprada no início do século XIX para a produção de cortiça pela família Reynolds, depois da Revolução eles retomaram a vinícola e estão lá até hoje.
Uma característica muito importante é que eles limitam a produção por hectare, e quando as uvas não são boas, eles não fazem o Mouchão.



O Mouchão produz mel, azeite, aguardente, licoroso, abafado, gado, cortiça e outras culturas.
Os vinhos podem ser encontrados na Adega Alentejana também.
A irrigação é feita gota à gota, os lagares são de pisa à pé, com prensa manual. Vinhos fantásticos...


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