terça-feira, 23 de outubro de 2012

Cursos de Sushi e Sashimi em Sorocaba



Essa semana começaremos os cursos de Sushi e Sashimi em Sorocaba.
Para quem é curioso, gosta de receber os amigos em casa e fazer algo diferente e saudável, esse curso é para você.
Pretendemos fazer um curso descontraído, para quem gosta de cozinhar e quer relaxar...

Informações:
Koi Produtos Orientais - R Maranhão, 30 - Fone: (15) 3318-0764

O conteúdo programático do Módulo Sushi:

Noções de higiene e conservação dos alimentos
História
Nome dos alimentos
Utensílios e ingredientes utilizados
Como comprar, higienizar e armazenar peixes, frutos do mar e hortifrúti
História do Sushi
Nome e descrição dos principais sushis
Preparo do Arroz e do tempero
Prática de preparo de Sushis
Degustação de sushis

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Salada de Bifum X Salada de Harusame

Desde que aprendi a fazer essa salada ela está sempre presente em nossas refeições e é sucesso total. Ontem fiz um evento e o pessoal adorou.
No começo eu fazia com o Bifum, mas ultimamente tenho feito com o Harusame, pois acho que fica mais leve, mas as duas são ótimas...


Bifum


Macarrão de origem chinesa, com base de arroz, muito difundido na Ásia, é muito utilizado culinária oriental. É uma massa leve e saudável.
Alimento natural e fácil de utilizar. Não contém Glúten.

Harusame


É uma massa japonesa, criada no norte da China na dinastia Han (206 a.C a 220 d.C), e o processo de secagem ocorreu na dinastia Yuan (1271-1368 d.C).
Inicialmente era elaborado com farinha de trigo, depois passou a ser produzido de trigo sarraceno, de amido do feijão chinês mung, o mesmo dos brotos, de amido de arroz, de batata, de batata-doce, de soja ou de cará.
Os noodles harusame (chamados, "chuva de primavera") são feitos de amido de arroz, de batata, de batata-doce ou, ao estilo chinês, de amido de feijão mung.
Pode ser usado quebrando os fios crus e fritando, utilizando os pedacinhos para dar textura crocante em saladas, também podem compor sopas ou ser servidos como acompanhamento. Seu sabor é neutro.

A receita já coloquei no blog: Salada de Bifum ou Harusame, a receita é a mesma, basta mudar o macarrão.


quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Loja de produtos orientais e Cursos de Sushi e Sashimi em Sorocaba

Quem acha difícil harmonizar comida japonesa com vinhos ainda não experimentou o vinho mais adequado. Uma uva que casa bem com a comida oriental é a gewurztraminer.
Em breve colocarei algumas harmonizações para vocês.

A semana passada Sorocaba ganhou uma nova loja de produtos orientais, e estarei ministrando cursos de Sushi/Sashimi, entre outros.
O espaço está muito agradável, vale a pena conhecer.
Koi Produtos Orientais - R Maranhão, 30 - Fone: (15) 3318-0764

Algumas fotos do coquetel de inauguração...








domingo, 14 de outubro de 2012

Costeleta de Cordeiro com Risoto Casa com Chateau La Croix Du Duc




Tivemos outra reunião na casa do Ivam e da Milena, eu queria fazer um risoto com Arroz Carnaroli e Fundo Escuro de Carne que tinha em casa, chegando lá ele tinha essas costeletas de cordeiro fantásticas da Cowpig. Preciso dizer que ficou bom??? Grelhamos a carne e servimos com um pesto feito no pilão.

Risoto de Fundo Escuro de Carne

Ingredientes:

100g de Arroz arbóreo
30ml de Vinho branco seco
80g de Cebola brunoise
50g de Tomate cereja
Aproximadamente 300ml de Fundo Escuro de Carne
50g de Manteiga gelada
30g de Parmesão ralado
Sal quanto baste

Modo de Preparo:

1- Suar (refogar) a cebola com 2 colheres de manteiga até ela ficar translúcida.
2- Agregar o arroz arbóreo e refogar com a cebola rapidamente.
3- Colocar o vinho na panela e deixar evaporar o álcool.
4- Adicionar aos poucos o fundo de carne quente. Mexer às vezes para não grudar e acrescentar o fundo de carne devagar conforme for secando o arroz.
5- Quando estiver al dente acrescentar a manteiga gelada e o parmesão, desligar o fogo, mexer para incorporar, tampar a panela e esperar 5 minutos para servir.
6- Sirva imediatamente.
Obs: A função da manteiga gelada é dar brilho e mais cremosidade ao risoto.


Costeleta de Cordeiro


Ingredientes:


2 Costeletas de cordeiro
50ml Azeite
Sal quanto baste

Preparo:

1- Aquecer uma saltese (frigideira).
2- Temperar a carne com sal.
3- Acrescentar o azeite e selar a costeleta dos dois lados. Reservar.

Pesto de Manjericão no Pilão

30 g de folhas de Manjericão fresco
2 dentes de Alho
20 g de Pinoli (ou castanha de caju, castanha do pará ou nozes)
1/2 xícara (chá) de Azeite extra virgem
1 xícara (chá) Queijo parmesão ralado
Sal quanto baste

Preparo:

1- Em um pilão, colocar o manjericão, o alho, pinoli ou as castanhas
2- Comece a amassar, coloque metade do azeite.
3- Macere bem com o auxílio de um socador.
4- Adicione a outra metade do azeite e o queijo parmesão ralado até incorporar todos os ingredientes.
5- Acerte o sal.
Obs: Este molho fica com uma consistência granulada.


Chateau La Croix Du Duc Casa com Costeleta de Cordeiro com Risoto


Vinho: Chateau La Croix Du Duc 2010
Prato: Costeleta de Cordeiro com Risoto (Ver a receita sugerida da Chef Karina P. Papa AQUI)
         Castas: 80% Merlot, 20% Cabernet Franc e Cabernet Sauvignon 

         Safra: 2010
Vinícola: Jean Baptiste Audy
Álcool: 12,5°
País: França 

Análise do vinho:

Vinho tinto, cor rubi intenso, límpido e brilhante.
No olfato franco, fragrante, bastante frutado, com aroma de frutas vermelhas e toques de tostado. Na boca apresenta boa acidez, corpo médio, taninos elegantes e macios. Vinho muito agradável.
Comprei esse vinho na Cellar Experts e paguei algo em torno de R$ 55,00  em Setembro de 2012. No site Vinhocracia tem uma história sobre o produtor.

Harmonização

O risoto com o fundo de carne e o cordeiro harmonizaram bem com esse vinho por seu toque tostado e seu corpo elegante. O pesto acompanhou bem as frutas do vinho, fazendo um bom casamento entre o vegetal e a fruta bem agradável.  
Brinque com a mistura de países: risoto italiano com vinho francês.
CASA COM VINHO

Tipos de Arroz ou Arrozes

Depois do trigo, o arroz (Oriza sativa) é o cereal mais cultivado no planeta. Parece que seria originário do da Índia, de onde se espalhou para o mundo. Chegou ao Brasil em 1600. Até os anos 1970, a maioria da população do país consumia arroz de grãos curtos, como o cateto. Mas, aos poucos, com a ampla oferta do tipo de grãos longos, a preferência do consumidor se consolidou pelo arroz-agulha. Hoje o arroz é classificado, por portaria ministerial de 1988, em longo-fino, longo, médio e curto. Antes disso, o longo-fino era simplesmente o agulha e o curto, o cateto. 

Arroz branco (Índica): é um grão rico em amido e pobre em fibras. Fornece poucos benefícios ao organismo uma vez que sua casca é retirada, depois sofre o processo de polimento que acaba eliminando seus nutrientes e fibras.

Arroz parboilizado: a palavra parboilizado tem origem no inglês "parboiled", união das palavras "partial" e "boiled", literalmente "parcialmente fervido". Durante o processo de parboilização, sofre um pré-cozimento, em que os nutrientes do pericarpo são parcialmente passados para a cariopse do grão. O arroz parboilizado é naturalmente mais nutritivo, pois nenhum composto químico é adicionado ao processo. Seu sabor característico e seu tom amarelado são decorrentes da mudança da estrutura do amido e fixação dos nutrientes, o que indica que o arroz parboilizado tem preservadas suas propriedades nutritivas naturais. É mais fácil de trabalhar pois seu tempo de cozimento é maior, permanece sempre soltinho e costuma render mais.

Arroz integral: é o mais saudável. Seu processo tem pouco polimento e sua casca é preservada, tornando um alimento rico em fibras e vitaminas. Por suas características ajuda no funcionamento do intestino e no metabolismo da glicose. É encontrado em três formas: agulhinha, cateto e vermelho. Suas propriedades são semelhantes, mas sua textura e sabor são diferentes.

Arroz cateto: é rico em gordura e pobre em fibras e nutrientes. Seus grãos são curtos e translúcidos quando crus, e depois de cozidos adquirem o aspecto macio e cremoso, sendo indicado para o preparo de doces ou dietas para pessoas em recuperação de doenças. No Rio Grande do Sul, porém, o cateto ainda é o mais usado no preparo de pratos como arroz carreteiro, arroz-doce e pudim.

Arroz vermelho: tipo de arroz integral, possui textura mais firme. Conhecido como arroz da terra, é muito utilizado na culinária nordestina. Pode ser combinado com carnes de sabor mais forte como a de porco ou carnes de caça.

Arroz selvagem: na verdade é uma gramínea. O gênero Zizânia é composto de quatro espécies, chamadas popularmente de arroz selvagem, pertencentes ao grupo das gramíneas, que vicejam em águas rasas de lagos e brejos. O grão é preto ou marrom escuro e bem mais comprido. Possui sabor diferenciado e é um arroz pobre em gordura, mas rico em proteínas, fibras, potássio e fósforo.

Existem três tipos básicos de arroz italiano:

Arroz Arbóreo: é o tipo mais comum, por isso, o mais barato. Os grãos são grandes e de cor branca mais perolada. Combina com risotos que levam porções maiores de carne.
Sua utilidade está na capacidade de se tornar cremoso após o cozimento e na facilidade de absorver os temperos e condimentos.

Arroz carnaroli: é um híbrido com mais amido, favorito dos italianos. O grão demora mais para cozinhar, mas mantém melhor o cozimento al dente e seu resultado é um risoto mais cremoso.

Arroz Vialone Nano: grão menor e mais arredondado. Alguns o consideram melhor porque cozinha por igual. Bom para risotos delicados, com ingredientes miúdos ou frutos do mar.

Arroz Basmati (Oryza nivara): é o arroz indiano. Mais longo e fino é muito aromático. Considerado por muitos o melhor arroz do mundo, por sua característica de ficar molhado e solto ao mesmo tempo. Ideal para ser utilizado em pratos aromáticos.

Arroz jasmim: na culinária tailandesa o arroz de jasmim é o mais tradicional. Seu grão se difere por ser mais comprido, cristalino e mais perfumado. Possui sabor e aroma marcantes o que pode não agradar a todos.

O arroz se desenvolveu, na Ásia, em três subespécies distintas:

Indica: originada nos trópicos e sub-trópicos asiáticos, notadamente na Índia e na Tailândia. Responde por 80% do arroz comercializado no mundo, produzido preferencialmente em climas quentes. Tipicamente, são de grãos longos. Possuem teores altos e intermediários de amilose. Por este motivo, quando cozinhado não grudam, permanecendo com os grãos soltos;
Japonica ou Sinica: originada em regiões temperadas asiáticas, na China e no Japão. Recentemente, denominada de japonica temperada. Os seus grãos são médios e curtos. Os seus baixos graus de amilose, fazem com que fiquem grudentos após o cozimento, sendo ideais para sushi, risoto, paella e outros arrozes úmidos;

Javanica: confinada na região equatorial da Indonésia. Recentemente, denominada de japonica tropical. Apresenta conteúdos intermediários de amilose. Tem pouca importância, exceto regionalmente.

Arroz glutinoso (Oryza glutinosa): é um tipo de arroz de grão curto, oriundo da Ásia, que se torna particularmente pegajoso após cozido. É chamado glutinoso no sentido de ser pegajoso e não no sentido de conter glúten (não contém glúten). Por outro lado, também não deve ser confundido com outros tipos asiáticos de arroz que também se tornam pegajosos após serem cozidos.

Arroz Bomba – Muito utilizado na Espanha, especialmente para o preparo da paella. Foi levado para Espanha pelos mouros, no século VIII. Possui grãos redondos, o que ajuda a absorver os sabores dos caldos e temperos. Após cozido preserva sua forma e textura, além de ser rico em amido.

Arroz Carolino (Oryza sativa L.): variedade de arroz de grãos pequenos, com teor inferior de amilose. Exigente na cozedura, nutritivo, multifacetado. Não faltam predicados ao arroz carolino, produto português proveniente dos estuários dos rios Sado, Tejo e Mondego. Acompanhamento de carnes e peixes, com feijão, pimentões e ainda como sobremesa. Estas são algumas das aplicações do arroz, cereal originário da Ásia.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Aji de Gallina Casa com Ramirana Reserva Syrah


Em julho/12 tivemos outra ótima reunião da confraria, e as meninas haviam acabado de chegar do Peru. A gastronomia peruana é muito rica, e com uma história muito antiga (infelizmente no Brasil conhecemos pouco dessa culinária, como o Ceviche, muito em voga ultimamente.
O Aji é um prato preparado com frango e pimentas, vale a pena conhecer.

Aji de Gallina

Ingredientes:

1 Frango ou 3 peitos inteiros
1 Cebola picada
1 dente de Alho picado
7 colheres de Pasta de ají mirasol *
½ Pão de forma sem borda
12 Azeitonas
2 xícaras de Fundo de frango
1 ½ xícara de Leite evaporado (ou creme de leite fresco já que não temos o leite evaporado)
100 g de Nozes picadas
125 g de Queijo parmesão
½ xícara de Azeite de oliva
6-8 Papas amarillas (Substitir por Batatas normais)
¼ de xícara de Azeite
6 Ovos cozidos
Sal quanto baste


Preparo:
1- Utilizar o fundo de frango para cozinhar os frangos e deixar esfriar no próprio caldo.
2- Esmigalhar o pão, molhar com o leite e bater a mistura no liquidificador.
3- Refogar as cebolas no azeite até dourar, depois agregar o alho, a pasta de aji mirasol e fritar bem.
4- Adicionar o pão com leite batido, corrigir o sal.
5- Cozinhar bem e ir inserindo o caldo quente com uma concha, mexendo constantemente.
6- Agregar caldo cada vez que o pão ficar espesso. Adicionar o azeite, sem parar de mexer.
7- Por último adicionar o frango desfiado, o queijo parmesão ralado e as nozes picadas.
8- Se ficar espesso colocar um pouco mais de caldo mexendo levemente.
9- Ferver. Servir bem quente com papa amarilla e arroz, enfeitando com azeitonas e metades de ovos cozido.

* Pasta de aji amarillo (Molho de pimenta amarela)

Ingredientes:
- ½ kg de Ají amarillo
- ½ xícara de Açúcar
- ¼ xícara de Vinagre
- 2 colheres de Azeite

Preparo:
1- Lavar o ají amarillo sem talo e sem sementes.
2- Colocar em uma panela grande com água fria, açúcar, vinagre e ferver.
3- Abaixar o fogo e cozinhar por 30-40 min.,  até que as pimentas estejam macias.
4- Escorrer as pimentas e bata no liquidificador junto com o azeite.
5- Formar uma pasta cremosa.
6- Peneirar para retirar qualquer resíduo.  

Ramirana Reserva Syrah Casa com Aji de Gallina


Vinho: Ramirana Reserva Syrah
Prato: Aji de Gallina (Ver a receita sugerida da Chef Karina P. Papa AQUI)
         Castas: Shiraz/Syrah 

         Safra: 2009
Vinícola: Viña Ventisquero Ltda
Álcool: 13,5%
País: Chile 

Análise do vinho:

Vinho tinto, cor rubi com toques violáceos, límpido e brilhante.
No olfato franco, fragrante, com aroma de frutas negras maduras, toques de especiarias   e pimenta preta, além de toques do envelhecimento em madeira como baunilha e chocolate. Na boca apresenta boa acidez, corpo médio/mais, taninos elegantes e macios, vinho equilibrado e agradável, boa persistência.

Comprei esse vinho na Cellar Experts e paguei algo em torno de R$ 44,00  em Julho de 2012. O site da vinícola é Ventisquero.

Harmonização

Comprei esse vinho por causa das especiarias e pimenta que geralmente sentimos no syrah, porém faltou um pouco de pimenta e especiarias no prato para criar um equilíbrio perfeito. Apesar disso foi uma boa harmonização, o corpo do vinho acompanhou o peso do prato, a acidez do vinho caiu bem com o molho do prato. Os aromas do vinho foram bem com o prato, poderia estar um pouquinho mais presente. 
  É um prato barato, e com preparo relativamente fácil.
CASA COM VINHO

Fundo Claro de Frango

Para 1 litro de Fundo:

Ingredientes:
1,5lts Água
1Kg Carcaça de frango
120g de Mirepoix
1 Sachet

Preparo:
1- Juntar os ossos e os legumes, cobrir com água e ferver lentamente de 1 a 2 horas.
2- Ir retirando a gordura da superfície com uma espumadeira.
3- Esfriar e coar.

Durabilidade: 4 dias em geladeira ou 1 mês em congelador.

Mirepoix

O Mirepoix clássico é preparado com cebola, cenoura e salsão, mas algumas pessoas utilizam também o alho poró.
Os temperos que geralmente se utiliza são louro, cravo e pimenta do reino.

As proporções que eu costumo utilizar são:
50% Cebola
25% Cenoura
25% Salsão
25% Alho poró

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Pato com Laranja Casa com Vinho C´Est La Vie Rouge


As meninas fizeram esse prato na nossa confraria, e pegaram a receita do Que Marravilha, realmente é um prato muito gostoso. Deixamos o pato umas 6 horas assando, só vigiando, como televisão de cachorro. Acompanhamos com batatas assadas na gordura do pato (uma delícia), e esses cogumelos eu fiz de entrada com uma Pâte à Choux Salgada. Conheça a origem da Massa Choux.

Pato com Laranja Casa com Vinho C´Est La Vie Rouge
Serve 3 pessoas


CALDO DE ESPECIARIAS

Ingredientes:
3l água
1,5kg açúcar
6 cravos
6 anis-estrelados
6 paus de canela
pimenta-branca em grão
tomilho
louro
alecrim
300g gengibre fatiado
2 pimentas dedo-de-moça fatiadas

Preparo:
Coloque todos os ingredientes em uma panela e deixe ferver por 5 minutos.

PATO

Ingredientes:
1 pato de 2,5kg
500ml suco de laranja
caldo de especiarias
200ml Cointreau
100ml molho de soja
sal
pimenta-do-reino moída na hora

Preparo:
Tempere o interior do pato com sal e pimenta e amarre com um barbante. Tempere a parte externa do pato também com sal e pimenta e coloque-o dentro da panela com o caldo. Deixe ferver por 5 minutos, regando sempre. Retire o pato da panela e coloque em uma travessa refratária.
Em um recipiente, misture o suco de laranja, o Cointreau, o molho de soja e 300ml do caldo de especiarias. Cubra o pato com esta mistura e leve ao forno pré-aquecido a 150ºC por 2 a 3 horas. A cada 30 minutos, regue com o molho, para que não resseque. Com a ajuda de uma colher, retire o máximo de gordura possível do caldo.

LARANJAS CONFITADAS

Ingredientes:
3 laranjas

Preparo:
Corte as laranjas com a casca pela metade e depois em fatias bem finas. Coloque-as em uma panela pequena e cubra com o caldo de especiarias. Ponha um pano por cima das laranjas e deixe ferver em fogo baixo por aproximadamente 40 minutos. Retire-as da panela e reserve.

GUARNIÇÃO
Cozinhe as batatas em água com sal até ficarem macias, porém firmes. Escorra e leve ao forno com a gordura do pato.  

Origem da pâte à choux ou massa choux


A primeira receita de  pâte à choux tem origem no século XVI, na França. Em 1533, Catarina de Medici deixou Florença com toda a sua corte, inclusive seus chefs,  para se casar com o Duque de Orleans, Henrique; o qual, em 1547, se tornaria rei da França. Em 1540, Pantarelli, chef principal da corte de Catarina, criou uma massa quente e levemente ressecada que ele utilizou para fazer gateuax.
A receita original modificou-se bastante ao longo dos anos. Foi conhecida como massa Popelini quando era utilizada para fazer pequenos doces em formato de seios femininos. No século XVIII, um confeiteiro, chamado Avice, aperfeiçoou a massa e criou os bolinhos choux (choux = couve-flor, os bolinhos parecem pequenas couves-flores). Nessa época a massa passou a ser conhecida como pâte à choux.
 A receita do éclair se deve ao confeiteiro francês Marie Antoine Carême (1784 - 1833), que aperfeiçoou a massa choux e criou o que conhecemos como bomba (massa choux em formato de tubo, recheada com creme confeiteiro e cobertura de fondant ou chocolate). A receita tornou-se muito difundida na França e na Inglaterra na segunda metade do século XIX.
A pâte à choux é uma massa versátil, de consistência lisa e mole, deve ser modelada com o uso de saco de confeitar e bico ou colheres.
Cada formato de massa, depois de assado, possui um nome específico: èclairs (oblongo), paris-brest (circular), profiteroles (redondo).

Vinho C´Est La Vie Rouge Casa com Pato com Laranja


Vinho: C´Est La Vie Rouge 2009
Prato: Pato com Laranja (Ver a receita sugerida da Chef Karina P. Papa AQUI)
         Castas: Syrah e Pinot Noir 

         Safra: 2009
Vinícola: Albert Bichot
Álcool: 
País: França 

Análise do vinho:

Vinho tinto, cor rubi intenso, límpido e brilhante.
No olfato franco, fragrante, com aroma de frutas negras maduras, toques de especiarias do syrah, como pimenta preta. Na boca apresenta boa acidez, bom corpo, taninos elegantes e macios, vinho bem equilibrado. Vinho bem versátil que poderá casar com vários pratos (e de nome bem sugestivo).

Comprei esse vinho na Cellar Experts e paguei algo em torno de R$ 50,00  em Outubro de 2012. O site da importadora é Winebrands.

Harmonização

A ótima acidez do vinho acompanhou bem a laranja do prato, as especiarias combinaram bem com as especiarias do vinho. O corpo do vinho acompanhou bem o peso do prato. Os cogumelos também acompanharam bem o vinho. É um prato  que demora para fazer, mas vale a pena para mudar a rotina.  
Saia da rotina e experimente...
CASA COM VINHO

Pâte à Choux com Cogumelos (Massa de Carolina Salgada)


Eu já havia feito algumas entradas com a massa de carolina, ou profiteroles, ou o termo técnico Pâte à Choux. As outras vezes que fiz utilizei outra receita, e geralmente coloquei bacon na massa. Sempre gostei, mas essa receita é espetacular, a massa é macia e crocante. Essa receita é do livro: Larousse das Sobremesas, do grande Chef Pierre Hermé.

Pâte à Choux com Cogumelos

Massa

Ingredientes:
80ml de Água
100ml de Leite integral
1 colher (café) de Sal
1 colher (café) Açúcar
75g Manteiga
100g Farinha de trigo peneirada
3 Ovos

Preparo:
1- Coloque a água, o leite, o sal, o açúcar e a manteiga em uma panela. Leve ao fogo até começar a ferver, desligue o fogo.
2- Adicione a farinha de trigo de uma vez e mexa energicamente até se tornar uma massa lisa e homogênea. Quando desgrudar do fundo da panela mexa por mais 2 ou 3 minutos para secar.
3- Pré aqueça o forno a 200ºC.
3- Coloque em um bol, acrescente os ovos 1 a 1, incorporando bem a cada ovo agregado.
4- Quando levantar a colher e a massa cair em formato de fita, a massa está pronta.
5- Com um saco de confeitar ou com 2 colheres modele em uma assadeira com papel manteiga e untada com manteiga, deixando um espaço entre elas.
6- Leve ao forno e aumente a temperatura para 230ºC nos 5 primeiros minutos.
7- Abaixe para 200ºC por mais 15-20 minutos até estarem douradas.
8- Finalmente, abaixe para 180ºC e deixe por 10 minutos para que sequem. Deixe esfriar dentro do forno.

Recheio de Cogumelos

Ingredientes:
200g de Cogumelo Shimeji
200ml de Cogumelo Shitake
30g de Alho picado
30ml de Azeite
100g de Manteiga
1 Ramo de Alecrim Picado
1/2 Maço de Salsa picada
Sal quanto baste
pimenta-do-reino moída na hora

Preparo:
1- Corte os cogumelos irregularmente.
2- Leve o azeite, a manteiga e o alho fogo até dourar levemente.
3- Acrescente primeiro o cogumelo shimeji e após alguns minutos o cogumelo shitake.
4- Agregue o sal e a pimenta. Desligue o fogo e coloque as ervas.
5- Recheie as carolinas...
Veja a Receita de Pato com Laranja